Em seguros, a melhor experiência para o cliente muitas vezes é aquela em que a apólice está ativa, a cobertura existe, mas nenhum sinistro é acionado.
Para a seguradora, corretora ou gestora de benefícios, isso cria um desafio de relacionamento. Sem sinistro, o contato com o cliente diminui.
Sem contato, a percepção de valor fica mais fraca e, quando chega a renovação, a conversa pode começar direto por preço, cobertura e comparação com outros fornecedores.
Esse é um problema comum de fidelização de clientes no setor. Afinal, o produto é importante, mas costuma ficar invisível no dia a dia. O cliente paga por proteção, mas só percebe concretamente o valor quando precisa usar.
A McKinsey aponta que melhorar a experiência do cliente em seguros pode levar a maior retenção, novos negócios e eficiência operacional. Também mostra que seguradoras líderes em CX apresentam melhor crescimento de receita e EBIT em comparação com pares com pior desempenho.
Nesse contexto, a estratégia de gifting ajuda a criar presença em momentos em que o produto não aparece. A experiência física não substitui cobertura, atendimento ou preço competitivo, mas cria pontos de contato que lembram o cliente da parceria ao longo da vigência. Saiba mais neste conteúdo.
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O produto invisível: por que o setor de seguros cria um problema único de fidelização
Em muitos setores B2B, o cliente interage com o fornecedor com frequência:
- Em SaaS, ele usa a plataforma;
- Na logística, acompanha a operação;
- Nos serviços recorrentes, aciona o time em diferentes etapas da entrega.
Em seguros, a dinâmica é diferente. Na maior parte do tempo, o cliente não “usa” a apólice. Ele sabe que está coberto, mas a experiência fica distante da rotina.
Isso cria um espaço entre a contratação e a renovação. A empresa entregou proteção, mas teve poucos momentos para reforçar cuidado, presença e valor percebido.
Quando esse espaço fica vazio, a renovação tende a virar uma nova cotação. O cliente compara preço, cobertura, condições e propostas concorrentes. Se o fornecedor atual não construiu relacionamento ao longo da vigência, chega à conversa em posição frágil.
A fidelização, nesse caso, depende de presença intencional. É preciso criar pontos de contato úteis e bem posicionados, mesmo quando nenhum sinistro aconteceu.
O que o cliente lembra quando chega a renovação
Se o cliente recebe boas-vindas bem estruturadas, comunicações relevantes, reconhecimento em momentos estratégicos e sinais claros de cuidado, a renovação começa em outro lugar.
Esse histórico importa porque a retenção tem impacto direto no negócio. A Bain & Company mostra que um aumento de 5% na retenção pode elevar lucros entre 25% e 95%, dependendo do contexto.
Em seguros B2B, manter uma apólice pode ser mais eficiente do que disputar uma nova conta do zero. Por isso, cada momento de relacionamento durante a vigência ajuda a reduzir a dependência da negociação por preço.
Três momentos para criar presença numa jornada sem eventos naturais
A estratégia de gifting funciona melhor quando entra em momentos específicos da jornada. Em seguros, esses momentos ajudam a preencher o silêncio entre contratação e renovação.
Boas-vindas à parceria
O início do contrato é uma oportunidade importante. O cliente acabou de escolher a seguradora, corretora ou gestora de benefícios, e ainda está atento à relação.
Uma experiência física de boas-vindas pode marcar esse começo com cuidado. Ela ajuda a transformar a contratação em uma abertura de parceria, e não apenas em emissão de apólice.
O envio pode incluir uma mensagem personalizada, materiais úteis para o time, orientações sobre canais de contato e um gesto físico conectado ao perfil da empresa cliente.
Marco de vigência
No meio do contrato, muitos fornecedores somem. Em seguros, isso acontece com ainda mais facilidade, porque a ausência de sinistro reduz os motivos naturais de contato.
Um marco de vigência ajuda a quebrar esse padrão. Pode ser um contato no meio do período contratual, um reconhecimento pelo tempo de parceria ou uma ação de relacionamento com decisores e RH, no caso de benefícios corporativos.
A experiência física funciona porque chega sem agenda de venda. Ela reforça presença, cria uma lembrança positiva e mostra que a relação existe também fora da cobrança e da renovação.
Pré-renovação
Nos 60 a 90 dias antes do vencimento, a decisão começa a se formar internamente. O cliente avalia custo, cobertura, histórico, orçamento e propostas concorrentes.
Uma experiência física enviada junto de um contato consultivo pode mudar o tom da conversa. Em vez de aparecer apenas para pedir renovação, o fornecedor chega com histórico, contexto e uma relação já aquecida.
Esse cuidado pode ser especialmente importante em contas empresariais, onde a renovação envolve compras, financeiro, RH, jurídico e lideranças que talvez tenham pouco contato com a operação da apólice.
A lógica da reciprocidade num produto que o cliente espera nunca usar
Seguros têm uma particularidade: o cliente paga por algo que espera não acionar. Quando nada acontece, a cobertura cumpriu seu papel, mas o cliente pode sentir que não recebeu nada concreto em troca.
A estratégia de gifting ajuda a reduzir essa distância, já que entrega uma experiência tangível em uma relação que costuma ser abstrata.
Além disso, também conversa com um princípio simples de relacionamento: quando o fornecedor aparece fora dos momentos obrigatórios, o cliente percebe mais atenção.
Em seguros, isso é especialmente útil porque o produto, por definição, não ocupa a rotina do cliente. O gifting ocupa parte desse espaço com uma presença planejada e positiva.
Como transformar estratégia de gifting em fidelização de clientes
A estratégia de gifting contribui para a fidelização de clientes quando vira processo. Enviar uma experiência isolada pode gerar boa impressão, mas o impacto cresce quando os envios fazem parte de uma régua de relacionamento.
Para funcionar bem, cada envio precisa ter um objetivo claro. Pode ser acolher o cliente, lembrar canais de atendimento, reconhecer a parceria, aproximar decisores ou preparar a conversa de renovação.
A beuni ajuda a estruturar esse processo com curadoria, personalização, páginas de resgate, logística e acompanhamento dos envios. Assim, a ação deixa de depender da memória de cada executivo de conta e passa a funcionar como parte da estratégia de relacionamento.
Como a beuni ajuda seguradoras, corretoras e gestoras de benefícios
A beuni apoia empresas que precisam criar experiências físicas com consistência, sem transformar cada envio em uma operação manual.
Para seguradoras, corretoras e gestoras de benefícios, isso pode envolver kits de boas-vindas para clientes empresariais, ações de relacionamento em marcos da vigência, experiências de pré-renovação e envios para novos decisores dentro da conta.
A plataforma permite organizar campanhas, acompanhar pedidos e centralizar a operação. Recursos como Páginas de Resgate ajudam o destinatário a informar dados, escolher opções quando necessário e concluir a experiência com menos troca manual.
Esse ponto é importante em carteiras maiores. Quando existem dezenas ou centenas de clientes em diferentes etapas da vigência, a fidelização precisa de processo. A beuni ajuda a criar essa régua, combinando curadoria, personalização e logística para manter presença ao longo da jornada.
Na prática, o gifting deixa de ser um envio pontual e passa a apoiar a retenção de apólices, a renovação de contas e a construção de relacionamento em mercados onde o produto nem sempre aparece no dia a dia.
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Conclusão
No setor de seguros, a fidelização de clientes depende do que acontece entre a contratação e a renovação.
Quando o fornecedor aparece apenas na cobrança, no sinistro ou no vencimento, a relação fica transacional. Quando cria pontos de contato ao longo da vigência, a renovação chega com mais contexto.
A estratégia de gifting ajuda a preencher esse intervalo. Ela cria presença, torna a parceria mais concreta e reforça a percepção de cuidado antes que o cliente comece a comparar propostas.
Para seguradoras, corretoras e gestoras de benefícios, isso pode significar mais relacionamento em uma jornada naturalmente silenciosa.
A beuni ajuda a estruturar essas experiências com estratégia, personalização e operação, apoiando empresas que querem transformar o gifting em uma ferramenta real de fidelização de clientes.
Acesse o site e veja como criar experiências físicas conectadas à jornada da sua carteira.
Como criar relacionamento com clientes de seguros quando nenhum sinistro aconteceu?
Criando pontos de contato ao longo da vigência. Boas-vindas, marcos de parceria e ações de pré-renovação ajudam a manter presença mesmo quando o produto não é acionado.
Em que momento da vigência faz mais sentido enviar uma experiência física?
Os principais momentos são início do contrato, meio da vigência e janela de 60 a 90 dias antes da renovação. Também faz sentido agir quando há troca de decisor ou risco de esfriamento da conta.
Como mensurar o impacto da estratégia de gifting nas renovações?
É possível acompanhar taxa de renovação, churn, expansão de apólices, engajamento de decisores, reuniões realizadas, avanço de etapa no CRM e receita influenciada por campanhas.
Gifting funciona para seguros corporativos?
Funciona quando está conectado à jornada. Em seguros corporativos, experiências físicas podem aproximar decisores, reforçar presença da corretora ou seguradora e criar lembrança positiva antes da renovação.






