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Estratégias de Gifting para o mercado B2B: como aplicar em diferentes segmentos

  • maio 22, 2026
  • Murilo Pratavieira

No B2B, a mesma ação de gifting pode ter papéis muito diferentes dependendo do mercado, do momento da jornada e de quem recebe a experiência.

Um kit enviado para um lead de SaaS, um comprador industrial ou uma liderança do setor financeiro pode até ter o mesmo formato, mas dificilmente terá o mesmo efeito. Em alguns contextos, ele ajuda a manter presença durante ciclos longos. Em outros, reforça confiança, aproxima a marca ou cria diferenciação em uma negociação muito parecida com várias outras.

Esse cuidado importa porque a compra B2B está cada vez mais complexa. Segundo a Forrester, 86% das compras B2B travam em algum momento do processo. A Gartner também aponta que 74% dos times de compra enfrentam conflitos durante a decisão, o que mostra como relacionamento, lembrança e construção de confiança seguem pesando no avanço comercial.

Por isso, a pergunta não deve ser apenas “qual brinde enviar?”. Antes disso, é preciso entender qual barreira a experiência precisa reduzir, em que momento ela deve aparecer e que tipo de percepção ela deve construir.

Neste conteúdo, você vai ver como adaptar estratégias B2B de gifting para diferentes segmentos sem perder o que realmente importa: contexto, intenção e relacionamento.



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O que muda de um segmento para outro?

A estratégia de gifting continua tendo a mesma base: criar presença, fortalecer relacionamento e gerar uma experiência que ajude a marca a ser lembrada. O que muda, de um segmento para outro, é a função que essa experiência assume dentro da jornada.

Em mercados com ciclos de venda mais longos, por exemplo, o gifting pode ajudar a manter a marca presente entre uma conversa e outra. Já em segmentos mais sensíveis, como financeiro, saúde e educação, a experiência precisa reforçar confiança, cuidado e credibilidade antes de qualquer avanço comercial.

Quando a oferta é muito parecida com a dos concorrentes, o gifting também pode ajudar a criar diferenciação fora do produto. Em vez de disputar atenção apenas por preço, prazo ou funcionalidade, a marca passa a construir uma lembrança mais concreta na rotina de quem decide.

Esse ponto se torna ainda mais importante em vendas complexas. Segundo a Gartner, grupos de compra B2B podem envolver de 5 a 16 pessoas em até quatro áreas diferentes, e 74% desses times demonstram algum nível de conflito durante a decisão. Ou seja: muitas negociações não dependem apenas de convencer uma pessoa, mas de sustentar presença e alinhamento entre vários envolvidos.

Por isso, adaptar estratégias B2B de gifting não significa criar uma fórmula para cada mercado. Significa entender qual fricção precisa ser reduzida em cada contexto.

Se o problema é demora, a estratégia precisa gerar recorrência. Se o problema é confiança, precisa reforçar credibilidade. Se o problema é disputa parecida, precisa criar diferenciação. Se o problema é excesso de decisores, precisa manter a marca viva para mais de uma pessoa ao longo da jornada.

Estratégias de gifting aplicadas em diferentes segmentos B2B

Cada segmento pede um tipo de ativação. A lógica estratégica permanece a mesma, mas o momento, a mensagem e o papel da experiência mudam conforme a jornada.

SaaS

Em SaaS, o gifting costuma funcionar bem em momentos de onboarding, engajamento e renovação. Depois da venda, o desafio é manter o cliente ativo, próximo e percebendo valor na relação.

Isso faz sentido porque retenção e expansão têm peso direto no crescimento. Segundo a SaaS Capital, empresas com melhor Net Revenue Retention tendem a crescer mais, especialmente quando conseguem ampliar receita dentro da base atual.

Nesse contexto, o gifting pode marcar boas-vindas, celebrar marcos de uso, reativar contas com baixo engajamento ou apoiar conversas de expansão. Mais do que gerar impacto pontual, ele ajuda a manter presença ao longo da jornada.

Industrial

No setor industrial, a decisão costuma envolver critérios técnicos, comparação de fornecedores, aprovação interna e ciclos mais longos.

Por isso, o gifting precisa ter menos cara de ação promocional e mais função de relacionamento. Ele pode entrar depois de uma visita comercial, em eventos setoriais, no envio de propostas ou em momentos de follow-up com contas estratégicas.

Aqui, a experiência física ajuda a aproximar uma relação que muitas vezes acontece em um ambiente bastante racional. Ela reforça cuidado, organização e presença, sem tentar substituir o que realmente decide a compra: capacidade técnica, prazo, confiança e entrega.

Financeiro e educação

Em mercados como financeiro e educação, a barreira costuma ser a confiança. Antes de avançar em uma conversa comercial, o cliente precisa sentir segurança, coerência e profissionalismo.

Por isso, a estratégia de gifting deve ser mais sóbria, útil e alinhada ao contexto. Pode aparecer em ações de relacionamento com decisores, boas-vindas a parceiros, eventos institucionais ou campanhas de nutrição de contas.

O objetivo não é gerar surpresa a qualquer custo. É reforçar uma percepção de cuidado e credibilidade em mercados onde a reputação pesa muito.

Logística e grandes contas

Em grandes contas, relacionamento não pode depender apenas de reuniões, renovações ou contatos comerciais pontuais. A marca precisa continuar presente ao longo do tempo.

Nesses casos, o gifting pode fazer parte de um calendário de relacionamento, com ativações em marcos de contrato, datas estratégicas, eventos, visitas comerciais e campanhas de account-based marketing.

A diferença está na recorrência com intenção. Presença contínua não significa excesso de envio, mas pontos de contato bem escolhidos, com mensagem clara e conexão com a relação comercial.

Setor público

No setor público, qualquer estratégia precisa considerar regras, limites e políticas de compliance. O gifting, quando aplicável, deve ser pensado com cuidado e dentro das normas de cada instituição.

Nesse cenário, a experiência tende a funcionar melhor como ação institucional, material de relacionamento, presença em eventos ou comunicação de marca.

Como os ciclos costumam ser longos e formais, o foco deve estar em consistência, reputação e lembrança institucional, sempre sem criar ruído ético ou interpretação inadequada.

Saúde

Na saúde, profissionais e instituições lidam com pouco tempo, alta demanda e excesso de abordagens. Por isso, o gifting precisa ser útil, discreto e adequado à rotina de quem recebe.

A estratégia pode aparecer em eventos, ações institucionais, boas-vindas, relacionamento com parceiros ou campanhas de marca. O ponto principal é respeitar o contexto.

Nesse segmento, uma boa experiência não precisa ser chamativa. Ela precisa fazer sentido, demonstrar cuidado e facilitar uma lembrança positiva da marca.

Como escolher a melhor estratégia para cada segmento?

Antes de definir o kit, vale entender o papel que ele deve cumprir na jornada.

Se o ciclo de venda é longo, a estratégia precisa ajudar a manter a presença. Se há muitos decisores, precisa gerar lembrança em mais de um ponto da conta. Se o mercado é sensível, precisa reforçar a confiança. Se a disputa é muito parecida, precisa criar diferenciação pela experiência.

Esse raciocínio evita um erro comum: começar pelo item. No gifting estratégico, o item vem depois do contexto.

A pergunta mais importante é: o que essa experiência precisa ajudar a destravar?

Por que estratégia de gifting é diferente de brinde pontual?

O brinde pontual começa pelo objeto. A estratégia de gifting começa pela intenção.

Na prática, isso muda tudo. Um brinde pode ser enviado em uma data comemorativa, sem grande conexão com a jornada. Já uma estratégia de gifting considera o momento da relação, o perfil de quem recebe, a mensagem que precisa ser reforçada e o próximo passo esperado.

Esse é o ponto que transforma a ação em ferramenta de relacionamento. Em vez de ser apenas uma entrega simpática, o gifting passa a apoiar marketing, vendas, CS, eventos, onboarding, retenção e expansão.

Dados de mercado mostram esse potencial quando a experiência é bem conectada ao processo comercial. Em um case do mercado, a LiveRamp registrou aumento de 33% em reuniões agendadas e taxas de resposta entre 8% e 12% com ações de direct mail e gifting. 

O dado não significa que toda ação terá o mesmo resultado, mas reforça uma ideia importante: gifting funciona melhor quando faz parte de uma estratégia, não quando aparece como iniciativa isolada.

Como a beuni ajuda a estruturar estratégias B2B de gifting?

A beuni ajuda empresas a transformar ações pontuais em experiências mais estratégicas, conectadas ao contexto, ao público e aos objetivos de cada jornada.

Isso inclui pensar o melhor momento para ativar a ação, escolher itens coerentes com a mensagem, personalizar a experiência e organizar a operação para que a entrega aconteça com consistência.

Na prática, o diferencial não está apenas em montar e enviar kits. Está em ajudar marcas a usar o gifting como parte de uma estratégia de relacionamento mais clara, inteligente e escalável.

Assim, a empresa deixa de perguntar apenas “qual brinde vamos enviar?” e passa a construir experiências que geram presença, fortalecem vínculos e criam movimento em diferentes segmentos B2B.

Saiba mais: Contato – beuni – Eliminamos a Complexidade de Comprar e Enviar Brindes Personalizados


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beuni estratégia de gifting

Conclusão

Estratégias B2B de gifting não dependem de uma fórmula única para todos os mercados. O que define o impacto da ação é a leitura de contexto.

O mesmo kit pode funcionar de formas diferentes em SaaS, indústria, saúde, educação, financeiro, setor público ou grandes contas. Por isso, timing, intenção, mensagem e jornada importam tanto quanto a escolha do item.

Quando bem planejado, o gifting deixa de ser uma entrega pontual e passa a atuar como parte da relação entre marca e cliente. É nesse ponto que a experiência física ganha força: quando ajuda a reduzir fricções, manter presença e construir confiança ao longo do tempo.

A beuni apoia empresas nesse processo, criando estratégias de gifting mais conectadas ao mercado, ao público e aos objetivos de cada ação. Acesse nosso site e saiba mais!

Estratégias de gifting funcionam em qualquer mercado B2B?

Funcionam melhor quando respeitam o contexto do mercado, o momento da jornada e o tipo de relação que a empresa quer construir. O gifting não precisa ser igual em todos os segmentos.

O que muda na aplicação de gifting entre diferentes segmentos?

Mudam o timing, a mensagem, o nível de personalização e a barreira que a experiência precisa reduzir. Em alguns mercados, o foco é confiança. Em outros, presença, diferenciação ou retenção.

Como adaptar experiências físicas para diferentes tipos de cliente?

O primeiro passo é entender o objetivo da ação. Depois, é possível definir o melhor momento, o tipo de experiência, a mensagem e os itens que fazem sentido para aquele público.

Qual a diferença entre gifting estratégico e brinde corporativo?

O brinde corporativo costuma ser uma ação pontual. O gifting estratégico é planejado como parte da jornada, com intenção, contexto e papel claro dentro da relação com o cliente.

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